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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Fernando de Mendonça, um cientista para não ser esquecido

O Brasil tem atualmente um dos sistemas de meteorologia mais modernos do mundo, que garantem o avanço da qualidade de monitoramente das nossas áreas agricultáveis. Aliado a isso, temos tecnologia de ponta para acompanhar a existência de queimadas em regiões como a da Amazônia, entre outros feitos proporcionados pela ciência. Poucos, porém, sabem que devemos essas conquistas ao Programa Especial Brasileiro iniciado na década de 60. Muitos menos, que essas ações foram conduzidas pelo engenheiro cearense Fernando de Mendonça.
O desconhecimento sobre a história de Fernando de Mendonça, todavia, é inversamente proporcional ao que esse cearense conquistou em termos de respeito e credibilidade pela sua contribuição dada à ciência, não só no Brasil, mas também no Exterior. Engenheiro eletrônico formado pelo ITA, Mendonça doutorou-se em radiociência pela Universidade de Stanford, na Inglaterra, construiu satélites para a Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, e deu o pontapé inicial no Programa Espacial Brasileiro quando dirigiu o Inpe de 1963 a 1976.
Aos 75 anos, ele orgulha-se de ter feito do Inpe um dos órgãos com pessoal mais qualificado para efetuar estudos em prol da ciência no País. Aposentado, o homem que ganhou o mundo diz que não esquece o Estado. “Eu nunca saí do Ceará. Posso estar por aqui, mas estou enterrado no Ceará o tempo inteiro”.

Confira a entrevista completa em:
http://www.opovo.com.br/opovo/paginasazuis/903952.html

Um comentário:

roberto disse...

Eu, como filho do Dr Mendonça, fiquei muito sensibilizado em ver esta entrevista no blog. Meu pai não só serve de forte exemplo para mim mas para todos que tem o previlégio de trabalhar para ele. Gostaria de corrigir o texto num detalhe muito importante : ele está com 87 anos e trabalha ainda em vários programas, inclusive num que é de primordial importância para o Ceará e Brasil que é o Instituto de Energia que com certeza vai ser conhecido de todos dentro de alguns anos quando começar a dar frutos, um dos quais é a criação de uma turma de cientistas especialistas em formas alternativas de energia trabalhando no Cearà.